Value Inn Worldwide-LAX Airport 1 (310) 491-7000 4751 W. Century Boulevard, Inglewood, CA 90304 http://m.google.com.br/u/m/zKJzXZ
domingo, 26 de junho de 2011
Santa Monica Promenade
Local de Alexandre Vieira Berger às 15h00 em 26/6 Santa Monica, Califórnia, USA http://m.google.com.br/u/m/zPBAg5
sábado, 25 de junho de 2011
Retorno para Los Angeles
Hoje foi dia de check-out em San Diego e voltar para Los Angeles.
Como eu queria conhecer Encinitas decidir subir passando pelas praias e como já havíamos subido até Blacks fomos direto para Encinitas pela 163, 805 uma parte da I-5 e depois Hwy 101.
Pra variar o lugar é lindo, paramos um pouco e pela primeira vez vi boas ondas na Califórnia, aproveitei para tirar umas fotos. Depois passamos por Carlsbad (onde havíamos passado no Premium Outlet descendo para San Diego, mas não passamos na praia), Oceanside, San Clemente, Capistrano Beach, Dana Point e Laguna Beach.
Era um sábado de sol, as praias estavam cheias e bastante trânsito e portanto optamos por não passar por Long Beach e sim pegar um highway pra chegar mais rápido a Los Angeles.
Chegamos ao Value Inn Worldwide e por fora achamos que seria o pior hotel, mas para nossa surpresa foi o melhor, não que os outros fossem ruins mas este quarto é bem amplo, tipo um Flat com uma salinha, pia, microondas e frigobar.
No final do dia fizemos um shopp tour entre Ross Dress for Less, Marshalls e Wal-Mart, só pra mais umas comprinhas.
Passamos em uma Pizza Hut e levamos uma pizza pra comer no hotel.
Como eu queria conhecer Encinitas decidir subir passando pelas praias e como já havíamos subido até Blacks fomos direto para Encinitas pela 163, 805 uma parte da I-5 e depois Hwy 101.
Pra variar o lugar é lindo, paramos um pouco e pela primeira vez vi boas ondas na Califórnia, aproveitei para tirar umas fotos. Depois passamos por Carlsbad (onde havíamos passado no Premium Outlet descendo para San Diego, mas não passamos na praia), Oceanside, San Clemente, Capistrano Beach, Dana Point e Laguna Beach.
Era um sábado de sol, as praias estavam cheias e bastante trânsito e portanto optamos por não passar por Long Beach e sim pegar um highway pra chegar mais rápido a Los Angeles.
Chegamos ao Value Inn Worldwide e por fora achamos que seria o pior hotel, mas para nossa surpresa foi o melhor, não que os outros fossem ruins mas este quarto é bem amplo, tipo um Flat com uma salinha, pia, microondas e frigobar.
No final do dia fizemos um shopp tour entre Ross Dress for Less, Marshalls e Wal-Mart, só pra mais umas comprinhas.
Passamos em uma Pizza Hut e levamos uma pizza pra comer no hotel.
CVS
Local de Alexandre Vieira Berger às 17h45 em 25/6 34127 Pacific Coast Hwy, Dana Point, Califórnia 92629, Dana Point, Califórnia http://m.google.com.br/u/m/AYt7fl
sexta-feira, 24 de junho de 2011
San Diego Beaches
Hoje nós saímos em busca da Black's Beach, pelo que vimos na internet parecia ser uma boa praia de surf, deserta e nudista. O GPS nos mandou em uma entrada estranha, para pegar um caminho "a pé".
Decidimos seguir adiante e achamos uma praia bem legal em Torrey Pines State Park. Demos uma caminhada longa em uma parte escarpada da praia e descobrimos que definitivamente não era Black's.
Na volta olhamos melhor no GPS e vimos uma alternativa passando o mais perto possível da praia, acabamos achando um ponto de decolagem de asa delta/paraglider, descemos do carro e vimos que lá embaixo estava "Black's Beach".
Na minha opinião essa é a praia. Lá de cima pudemos acompanhar um cardume de golfinhos. a\Apesar de ser um dia de ondas pequenas deu pra ver que é um pico de surf. Alguns naturistas, os paragliders fazendo acrobacias, um visual lindíssimo. Tudo isso sem nem descer na praia, a Zan tava com fome e precisa de pernas pra descer uma escadaria precária, uma pena, mas ainda irei fazer isso nesta vida.
Almoçamos no Taco Bell e decidimos voltar ao hotel pela costa.
Nisso passamos por Mission Beach, um lugar muito charmoso, casas/apartamentos pequenos de frente pra uma pista de cooper/bike e de uma praia gostosa.
Descemos mais um pouco e chegamos a Sunset Cliff. Mais um lugar encantador de San Diego. Neste lugar vimos um casamento rolando e o ensaio de outro, paramos um pouco pra vermos um pouco de surf em ondas merrecas mas um visual fantástico. A Zan chegou a chamar este lugar de "mini sur", uma miniatura do "Big Sur".
Terminamos o dia jantando no Red Lobster, uma despedida de San Diego.
Decidimos seguir adiante e achamos uma praia bem legal em Torrey Pines State Park. Demos uma caminhada longa em uma parte escarpada da praia e descobrimos que definitivamente não era Black's.
Na volta olhamos melhor no GPS e vimos uma alternativa passando o mais perto possível da praia, acabamos achando um ponto de decolagem de asa delta/paraglider, descemos do carro e vimos que lá embaixo estava "Black's Beach".
Na minha opinião essa é a praia. Lá de cima pudemos acompanhar um cardume de golfinhos. a\Apesar de ser um dia de ondas pequenas deu pra ver que é um pico de surf. Alguns naturistas, os paragliders fazendo acrobacias, um visual lindíssimo. Tudo isso sem nem descer na praia, a Zan tava com fome e precisa de pernas pra descer uma escadaria precária, uma pena, mas ainda irei fazer isso nesta vida.
Almoçamos no Taco Bell e decidimos voltar ao hotel pela costa.
Nisso passamos por Mission Beach, um lugar muito charmoso, casas/apartamentos pequenos de frente pra uma pista de cooper/bike e de uma praia gostosa.
Descemos mais um pouco e chegamos a Sunset Cliff. Mais um lugar encantador de San Diego. Neste lugar vimos um casamento rolando e o ensaio de outro, paramos um pouco pra vermos um pouco de surf em ondas merrecas mas um visual fantástico. A Zan chegou a chamar este lugar de "mini sur", uma miniatura do "Big Sur".
Terminamos o dia jantando no Red Lobster, uma despedida de San Diego.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
iPad2 e Stratosphere
Acordamos cedo para que a Izany pudesse (tentar) comprar o iPad2. Ela foi pra fila da Apple que fica no Forum Shops dentro do Caesar mesmo e após uma fila de duas horas ela acabou conseguindo comprar o 64gb WiFi BRANCO e ficou super feliz.
Saímos do Caesar onde conhecemos o Renato, um brasileiro que estava de carro com a família e estavam hospedados no Stratosphere. Como já era nossa programação pegamos uma carona com eles e fomos.
O Stratosphere fica em uma das extremidades da Strip. Nós chegamos e demos uma passada rápida pelo cassino e fomos direto para a torre. Lá de baixo já tomamos a decisão sobre o que fazer, para o Alexandre um ticket para todos os brinquedos US$31 e a Izany comprou só para subir na torre US$16.
Subimos e chegamos direto na parte fechada da torre que tem uma vista fantástica, mas decidimos fazer logo um dos brinquedos achando que daríamos um intervalo entre eles. O primeiro foi o Big Shot, um elevador na parte mais alta da torre que dispara pra cima e cai abruptamente, faz isso duas vezes. Já era um brinquedo que eu conhecia mas fazê-lo no topo de uma torre gigantesca com a vista plana do deserto e de uma cidade que só tem uma avenida com prédios e o resto somente casas, é MUITO diferente. Eu achava que seria o mais radical mas não foi.
Depois fui no Insanity, que são cadeiras que giram e se abrem na lateral da torre. Antes eu achava que este seria o mais "bobinho", que nada, é o mais "INSANO". A sensação é fantástica, fui com as mão levantadas e quando você olha pra baixo é (deve ser) a mesma sensação de saltar de páraquedas.... imperdível.
Após muitas fotos nesta parte aberta e mais alta da torre, onde só sobem quem vai aos brinquedos, fui no Scream. É um carrinho de montanha russa que corre em um trilho sem fim para fora da torre. Como de costume fui na primeira fila... FANTÁSTICO, e igualmente imperdível.
Descemos da torre e quem comprava o bilhete ganhava um desconto em um pedaço de pizza com uma cerveja. Este foi nosso almoço e daí pegamos o ônibus para voltarmos para a parte central da Strip.
Passeamos pelo Mirage, Palazzo e Venetian. Depois de um tempo você começa a achar que cassino é tudo igual, mas você não se cansa e têm que conhecer todos. Alguns são mais bonitos e ficam diferenciados em sua memória. Destes três o mais marcante foi o Venetian, nele está o Canal Shops que é um canal como em Veneza, com gôndolas navegando com turistas e os condoleiros cantando músicas italianas. O canal passa pelos corredores do shopping, é super charmoso e inesquecível. Nele também tem uma praça que segundo a Izany que conhece a Itália é uma réplica perfeita, eu acredito, pois é muito bonito e super agradável. Em alguns destes hotéis/shoppings (Venetian, Caesar e Paris) o teto é pintado como se fosse o céu azul com nuvens, parece algo vulgar mas a sensação é de que você está realmente a céu aberto. Como este teto é curvado, quando você está em movimento (andando) você tem a sensação que as nuvens estão se movendo, é indescritível.
Como acordamos cedo devido à iPad Fever, resolvemos dar um relax em uma das 7 piscinas do Caesar. Nunca gostei de piscinas de hotéis, mas destes mega-hotéis-shoppings-cassinos não tem como dizer que não gostou de alguma coisa. Sem contar que o astral das pessoas, a energia que rola, são todas pessoas bonitas, educadas e (ao menos ali) bem humoradas. Mas uma experiência que tem que ser vivida: piscina de hotéis de Vegas.
Tomamos um banho e fomos assistir alguns dos shows gratuitos da Strip.Volcano no Mirage é bem legal, uma simulação da explosão de um vulcão bem bacana, só rola à noite e vale a pena ver. Sirens of Treasure Island no Treasure Island, um grupo de garotas estilo Pussicat Dools e Spicy Girls em um navio que rola um stress com um navio de piratas. Vale a pena assistir mas é meio teenager. No Wynn tem o show Lake of Dreams, é um show sério, impressionante não só pelo show mas pelo glamour do hotel-cassino, também vale a pena assistir.
Encerramos o dia jantando no Outback. Pedimos uma pasta com camarões e vieiras. Particularmente nós achamos que estes restaurantes de rede são uma boa opção nos EUA, boa comida com preços brasileiros e pra quem já conhece os mesmo restaurantes no Brasil sabe que não tem erro, é o mesmo cardápio e o mesmo sabor.
Saímos do Caesar onde conhecemos o Renato, um brasileiro que estava de carro com a família e estavam hospedados no Stratosphere. Como já era nossa programação pegamos uma carona com eles e fomos.
O Stratosphere fica em uma das extremidades da Strip. Nós chegamos e demos uma passada rápida pelo cassino e fomos direto para a torre. Lá de baixo já tomamos a decisão sobre o que fazer, para o Alexandre um ticket para todos os brinquedos US$31 e a Izany comprou só para subir na torre US$16.
Subimos e chegamos direto na parte fechada da torre que tem uma vista fantástica, mas decidimos fazer logo um dos brinquedos achando que daríamos um intervalo entre eles. O primeiro foi o Big Shot, um elevador na parte mais alta da torre que dispara pra cima e cai abruptamente, faz isso duas vezes. Já era um brinquedo que eu conhecia mas fazê-lo no topo de uma torre gigantesca com a vista plana do deserto e de uma cidade que só tem uma avenida com prédios e o resto somente casas, é MUITO diferente. Eu achava que seria o mais radical mas não foi.
Depois fui no Insanity, que são cadeiras que giram e se abrem na lateral da torre. Antes eu achava que este seria o mais "bobinho", que nada, é o mais "INSANO". A sensação é fantástica, fui com as mão levantadas e quando você olha pra baixo é (deve ser) a mesma sensação de saltar de páraquedas.... imperdível.
Após muitas fotos nesta parte aberta e mais alta da torre, onde só sobem quem vai aos brinquedos, fui no Scream. É um carrinho de montanha russa que corre em um trilho sem fim para fora da torre. Como de costume fui na primeira fila... FANTÁSTICO, e igualmente imperdível.
Descemos da torre e quem comprava o bilhete ganhava um desconto em um pedaço de pizza com uma cerveja. Este foi nosso almoço e daí pegamos o ônibus para voltarmos para a parte central da Strip.
Passeamos pelo Mirage, Palazzo e Venetian. Depois de um tempo você começa a achar que cassino é tudo igual, mas você não se cansa e têm que conhecer todos. Alguns são mais bonitos e ficam diferenciados em sua memória. Destes três o mais marcante foi o Venetian, nele está o Canal Shops que é um canal como em Veneza, com gôndolas navegando com turistas e os condoleiros cantando músicas italianas. O canal passa pelos corredores do shopping, é super charmoso e inesquecível. Nele também tem uma praça que segundo a Izany que conhece a Itália é uma réplica perfeita, eu acredito, pois é muito bonito e super agradável. Em alguns destes hotéis/shoppings (Venetian, Caesar e Paris) o teto é pintado como se fosse o céu azul com nuvens, parece algo vulgar mas a sensação é de que você está realmente a céu aberto. Como este teto é curvado, quando você está em movimento (andando) você tem a sensação que as nuvens estão se movendo, é indescritível.
Como acordamos cedo devido à iPad Fever, resolvemos dar um relax em uma das 7 piscinas do Caesar. Nunca gostei de piscinas de hotéis, mas destes mega-hotéis-shoppings-cassinos não tem como dizer que não gostou de alguma coisa. Sem contar que o astral das pessoas, a energia que rola, são todas pessoas bonitas, educadas e (ao menos ali) bem humoradas. Mas uma experiência que tem que ser vivida: piscina de hotéis de Vegas.
Tomamos um banho e fomos assistir alguns dos shows gratuitos da Strip.Volcano no Mirage é bem legal, uma simulação da explosão de um vulcão bem bacana, só rola à noite e vale a pena ver. Sirens of Treasure Island no Treasure Island, um grupo de garotas estilo Pussicat Dools e Spicy Girls em um navio que rola um stress com um navio de piratas. Vale a pena assistir mas é meio teenager. No Wynn tem o show Lake of Dreams, é um show sério, impressionante não só pelo show mas pelo glamour do hotel-cassino, também vale a pena assistir.
Encerramos o dia jantando no Outback. Pedimos uma pasta com camarões e vieiras. Particularmente nós achamos que estes restaurantes de rede são uma boa opção nos EUA, boa comida com preços brasileiros e pra quem já conhece os mesmo restaurantes no Brasil sabe que não tem erro, é o mesmo cardápio e o mesmo sabor.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Las Vegas - Caesar Palace
Chegamos a Las Vegas, o pessoal da imigração foi bastante simpático (o que não é comum na imigração dos EUA), checamos as opções de transporte para o hotel, e as melhores foram:
- Limousine a partir de usd$45 (mercedes)
- Taxi usd$25
- Shuttle usd$7 por pessoa
Decidimos pelo Shuttle que acaba sendo um micro tour logo na chegada (se é que isso é vantagem). Passamos pelo Cosmopolitan, Bellagio, Excalibur e chegamos ao Caesar Palace.
O Caesar Palace é uma CIDADE, pela rua eu tento fotografá-lo mas nunca consigo enquadrá-lo por completo em uma só foto... todos os grandes hotéis daqui são assim, nem dá pra chamar de hotel, são complexos hoteleiros com shoppings gigantescos, várias torres de hotéis, cassino, casas de espetáculo, piscinas gigantescas, e toda uma decoração dentro e fora que ocupa MUITO espaço mas é magnífico.
Deixamos nossa mala Bells Office porque nosso check-in só pode ser feito as 15hs. Saímos pra caminhada do dia.
Em Vegas seus pensamentos são purmente clichês. "Tudo parece um sonho" é o que vem na sua cabeça o tempo todo, mas no dia da chegada a verdade é que "parece que estou dormindo" pois com o Jet Lag, o cansaço da viagem, o primeiro dia da tecla SAP e você começa a pensar em inglês dá uma sensação muito louca, nada parece real, MESMO.
Começa estranho porque ainda são as primeiras horas da manhã e você está com fome de almoço, mas você se vira com um lanche e deixa pra comer nos horário certos (o que pra nós nunca é possível quando estamos viajando). Nós escolhemos um lado do hotel e descemos, encontramos um Burger King e decidimos fazer um lanche deixando a refeição mais importante para o jantar.
Estávamos muito cansados, voltamos ao Caesar para o check-in e decidimos tirar o resto do dia de compras pois o cansaço atrapalha o "turismo". Perguntamos à Concierge como poderíamos ir até a Best Buy buscar as compras que eu já havia feito pela internet e opção seria alugar um carro pois táxi ficaria caríssimo já que o taxi iria ter que nos esperar (os pontos de táxi são basicament na Las Vegas Boulevard), o resto da cidade é para moradores então nem tem taxis. Seguindo a filosofia de economizar ao máximo para bancar os 28 dias de viagem, decidimos ir de ônibus. Ainda assim não é barato, são us$7 o passe de 24hs e us$5 o de 2hs, compramos dois de 24 já que 2hs não seria suficientes para as comprinhas já que também iríamos na Marshalls que é do lado.
Cerca de 4 demorados km pois o ônibus para muito, mas é confortável e super tranquilo, fomos na Marshalls, Best Buy e no Target (supermercado) comprar artigos de higiente (não trouxemos nada) e alguma coisa pra lanchar durante o dia. Voltamor pra casa mortos, tomamos banho e fomos jantar no maravilhos Chessecake Factory, que nós amamos, bom preço, com ambiente, boa comida e um chessecake que não tem preço.
- Limousine a partir de usd$45 (mercedes)
- Taxi usd$25
- Shuttle usd$7 por pessoa
Decidimos pelo Shuttle que acaba sendo um micro tour logo na chegada (se é que isso é vantagem). Passamos pelo Cosmopolitan, Bellagio, Excalibur e chegamos ao Caesar Palace.
O Caesar Palace é uma CIDADE, pela rua eu tento fotografá-lo mas nunca consigo enquadrá-lo por completo em uma só foto... todos os grandes hotéis daqui são assim, nem dá pra chamar de hotel, são complexos hoteleiros com shoppings gigantescos, várias torres de hotéis, cassino, casas de espetáculo, piscinas gigantescas, e toda uma decoração dentro e fora que ocupa MUITO espaço mas é magnífico.
Deixamos nossa mala Bells Office porque nosso check-in só pode ser feito as 15hs. Saímos pra caminhada do dia.
Em Vegas seus pensamentos são purmente clichês. "Tudo parece um sonho" é o que vem na sua cabeça o tempo todo, mas no dia da chegada a verdade é que "parece que estou dormindo" pois com o Jet Lag, o cansaço da viagem, o primeiro dia da tecla SAP e você começa a pensar em inglês dá uma sensação muito louca, nada parece real, MESMO.
Começa estranho porque ainda são as primeiras horas da manhã e você está com fome de almoço, mas você se vira com um lanche e deixa pra comer nos horário certos (o que pra nós nunca é possível quando estamos viajando). Nós escolhemos um lado do hotel e descemos, encontramos um Burger King e decidimos fazer um lanche deixando a refeição mais importante para o jantar.
Estávamos muito cansados, voltamos ao Caesar para o check-in e decidimos tirar o resto do dia de compras pois o cansaço atrapalha o "turismo". Perguntamos à Concierge como poderíamos ir até a Best Buy buscar as compras que eu já havia feito pela internet e opção seria alugar um carro pois táxi ficaria caríssimo já que o taxi iria ter que nos esperar (os pontos de táxi são basicament na Las Vegas Boulevard), o resto da cidade é para moradores então nem tem taxis. Seguindo a filosofia de economizar ao máximo para bancar os 28 dias de viagem, decidimos ir de ônibus. Ainda assim não é barato, são us$7 o passe de 24hs e us$5 o de 2hs, compramos dois de 24 já que 2hs não seria suficientes para as comprinhas já que também iríamos na Marshalls que é do lado.
Cerca de 4 demorados km pois o ônibus para muito, mas é confortável e super tranquilo, fomos na Marshalls, Best Buy e no Target (supermercado) comprar artigos de higiente (não trouxemos nada) e alguma coisa pra lanchar durante o dia. Voltamor pra casa mortos, tomamos banho e fomos jantar no maravilhos Chessecake Factory, que nós amamos, bom preço, com ambiente, boa comida e um chessecake que não tem preço.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Las Vegas
31/05/2011 - Terça Feira
Decolamos às 12h com destino a Las Vegas com conexão em Houston. No total foram 16h de aventura aérea mas tudo dentro do cronograma, a demora é pela conexão o que é normal, cansativo mas normal.
Decolamos às 12h com destino a Las Vegas com conexão em Houston. No total foram 16h de aventura aérea mas tudo dentro do cronograma, a demora é pela conexão o que é normal, cansativo mas normal.
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